quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

"X-Men" me ensinou uma lição... rs

Estive pensando muito antes postar este assunto que eu gostaria de abordar, até porque não se trata de nenhuma afirmação e sim de indagações minhas. Dúvidas pessoais, se é que posso classificar assim.

Hoje, de frente com a minha "coluna" no laboratório onde estou estagiando (recolher as amostras e esperar o solvente "descer" requer paciência, então um tempinho "livre" me levou a pensar em minha vida e nas coisas que eu estava almejando pra ela) me deparei com uma situação que sempre me deixou com pipoca na cabeça. Eu lembrei de todas as vezes em que estava no meio de algo novo ou complicado para as coisas com as quais eu era acostumada a lidar, então me via sempre pedindo a ajuda de Deus, mas de forma errada. Isso mesmo, pedia a ajuda Dele de forma errada.

sabe aquele desenho animado "X-men"? Pois é! Eu sei que esses desenhos não trazem coisas edificantes pra nossa vida, mas lembrei de um episódio que "parei" pra ver junto com a minha sobrinha. No episódio, "Jeen Gray" estava jogando futebol, e cá entre nós, ela jogava muito bem! Logo a Jeen Gray, que é uma das mutantes mais poderosas do desenho. Ela consegue fazer objetos se moverem através do "poder da mente". rs... Claro que a gente sabe que essas coisas são "estranhas" e raramente acontecem (não vou dizer que não acontecem porque não subestimo os poderes sobrenaturais- nesse caso- das trevas...rs). A questão toda aqui é que a Jeen Gray tinha poderes que poderiam ser usados no jogo, mas por princípios e por ter compromisso com a sua identidade, ela não o fez. O fato de ela ter esses poderes poderiam até fazer dela uma pessoa especial no meio dos outros alunos, mas ela reconhecia que mesmo sendo especial, naquele ambiente, ela era igual aos outros que tinham que se esforçar pra conseguirem fazer o "Gol".



Eu me senti como a Jeen no campo com as outras jogadoras aprendizes como ela, uma mutante. Tá certo que a Jeen era muito boa no que fazia, mas sem a ajuda dos poderes dela. Eu ainda não sou boa no quero fazer, mas peço pra Deus sabedoria e inteligência, essa é a ajuda correta a se pedir. Pedir pra assimilar a matéria que não está sendo compreendia e não pra tirar EXCELENTE em uma matéria que nem estudei. Isso não dá! Não fiz isso, mas pedi pra Deus intervir de maneira especial pra mim em algo que ia me tornar com privilégios.

Somos eternos dependentes de Deus e de Sua infinita graça, mas existem coisas que requer de verdade nossos esforço. Nos deparamos diariamente com muitas situações iguais a que descrevi pra vocês, a questão é só que não percebemos que a forma que pedimos é errado.

Convido a todos a observarem essas situações e a mudarem de postura diante delas. Não é uma tarefa fácil porque elas são muito sutis, mas quando isso se tornar uma hábito, vamos pedir a ajuda de Deus da maneira "correta", sem egoímos e egocentrimos.

Que nos ajude a aprender esta importante lição!

Na Paz do Mestre...

terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

"A vergonha" - *Autor desconhecido

Que me perdoem os ávidos telespectadores do Big Brother Brasil (BBB), produzido e organizado pela nossa distinta Rede Globo, mas conseguimos chegar ao fundo do poço. A décima (está indo longe) edição do BBB é uma síntese do que há de pior na TV brasileira. Chega a ser difícil encontrar as palavras adequadas para qualificar tamanho atentado à nossa modesta inteligência. Dizem que Roma, um dos maiores impérios que o mundo conheceu, teve seu fim marcado pela depravação dos valores morais do seu povo, principalmente pela banalização do sexo. O BBB 10 é a pura e suprema banalização do sexo. Impossível assistir ver este programa ao lado dos filhos. Gays, lésbicas, heteros… todos na mesma casa, a casa dos “heróis”, como são chamados por Pedro Bial. Não tenho nada contra gays, acho que cada um faz da vida o que quer, mas sou contra safadeza ao vivo na TV, seja entre homossexuais ou heterosexuais. O BBB 10 é a realidade em busca do IBOPE. Veja como Pedro Bial tratou os participantes do BBB 10. Ele prometeu um “zoológico humano divertido” . Não sei se será divertido, mas parece bem variado na sua mistura de clichês e figuras típicas.

Se entendi corretamente as apresentações, são 15 os “animais” do “zoológico”: o judeu tarado, o gay afeminado, a dentista gostosa, o negro com suingue, a nerd tímida, a gostosa com bundão, a “não sou

piranha mas não sou santa”, o modelo Mr. Maringá, a lésbica convicta, a DJ intelectual, o carioca marrento, o maquiador drag-queen e a PM que gosta de apanhar (essa é para acabar!!!). Pergunto-me, por exemplo, como um jornalista, documentarista e escritor como Pedro Bial que, faça-se justiça, cobriu a Queda do Muro de Berlim, se submete a ser apresentador de um programa desse nível. Em um e-mail que recebi há pouco tempo, Bial escreve maravilhosamente bem sobre a perda do humorista Bussunda referindo-se à pena de se morrer tão cedo. Eu gostaria de perguntar se ele não pensa que esse programa é a morte da cultura, de valores e princípios, da moral, da ética e da dignidade.

Outro dia, durante o intervalo de uma programação da Globo, um outro repórter acéfalo do BBB disse que, para ganhar o prêmio de um milhão e meio de reais, um Big Brother tem um caminho árduo pela frente,

chamando-os de heróis. Caminho árduo? Heróis? São esses nossos exemplos de heróis?

Caminho árduo para mim é aquele percorrido por milhões de brasileiros, profissionais da saúde, professores da rede pública (aliás, todos os professores), carteiros, lixeiros e tantos outros trabalhadores incansáveis que, diariamente, passam horas exercendo suas funções com dedicação, competência e amor e quase sempre são mal remunerados.. Heróis são milhares de brasileiros que sequer tem um prato de comida por dia e um colchão decente para dormir, e conseguem sobreviver a isso todo santo dia.

Heróis são crianças e adultos que lutam contra doenças complicadíssimas porque não tiveram chance de ter uma vida mais saudável e digna.

Heróis são inúmeras pessoas, entidades sociais e beneficentes, ONGs, voluntários, igrejas e hospitais que se dedicam ao cuidado de carentes, doentes e necessitados (vamos lembrar de nossa eterna heroína Zilda Arns).

Heróis são aqueles que, apesar de ganharem um salário mínimo, pagam suas contas, restando apenas dezesseis reais para alimentação, como mostrado em outra reportagem apresentada meses atrás pela própria Rede Globo.

O Big Brother Brasil não é um programa cultural, nem educativo, não acrescenta informações e conhecimentos intelectuais aos telespectadores, nem aos participantes, e não há qualquer outro estímulo como, por exemplo, o incentivo ao esporte, à música, à criatividade ou ao ensino de conceitos como valor, ética, trabalho e moral. São apenas pessoas que se prestam a comer, beber, tomar sol, fofocar, dormir e agir

estupidamente para que, ao final do programa, o “escolhido” receba um milhão e meio de reais. E ai vem algum psicólogo de vanguarda e me diz que o BBB ajuda a “entender o comportamento humano”. Ah, tenha dó!!!

Veja o que está por de tra$$$$$$$$$$$$$$$$ do BBB: José Neumani da Rádio Jovem Pan, fez um cálculo de que se vinte e nove milhões de pessoas ligarem a cada paredão, com o custo da ligação a trinta centavos, a Rede Globo e a Telefônica arrecadam oito milhões e setecentos mil reais. Eu vou repetir: oito milhões e setecentos mil reais a cada paredão. Já imaginaram quanto poderia ser feito com essa quantia se fosse

dedicada a programas de inclusão social, moradia, alimentação, ensino e saúde de muitos brasileiros?

(Poderia ser feito mais de 520 casas populares; ou comprar mais de 5.000 computadores )

Essas palavras não são de revolta ou protesto, mas de vergonha e indignação, por ver tamanha aberração ter milhões de telespectadores. Em vez de assistir ao BBB, que tal ler um livro, um poema de Mário

Quintana ou de Neruda ou qualquer outra coisa…, ir ao cinema…, estudar… , ouvir boa música…, cuidar das flores e jardins… , telefonar para um amigo… , visitar os avós… , pescar…, brincar com as crianças… , namorar… ou simplesmente dormir. Assistir ao BBB é ajudar a Globo a ganhar rios de dinheiro e destruir o que ainda resta dos valores sobre os quais foi construído nossa sociedade.

*Obs.: Dizem que o texto é do veríssimo, como não há confirmação, é melhor não afirmar que é dele...

Fonte: http://paoeprosa.wordpress.com/2010/03/18/a-vergonha-cronica-de-luiz-fernando-verissimo-sobre-o-bbb/

terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

A Chave "Mestra"

Gostaria de compartilhar sobre uma "viagem" que fiz nos meus pensamentos quando fui fui prestar um favor à uma grande amiga em Salvador. Este favor me permitiu gerar um texto e aprender uma importante lição para a minha vida...

Certa noite Mairí me pediu para fazer cópias das chaves dela, já que ela não teria tempo para tal. No dia seguinte, pela parte da manhã eu fui à um chaveiro lá próximo mesmo e fiquei prestando atenção no cuidado que ele teve ao fazer a chave. O processo é mesmo minucioso e eu nunca tinha parada pra prestar atenção nisso. Normalmente eu só pegava a chave de casa e entrava e saía, mas nunca havia dado conta do quanto era importante eu ter "aquela" chave, que só abria "aquela" porta...

Enquanto observava o Rapaz copiando a chave cuidadosamente, eu fiquei imaginando todas as chaves que eu já tinha recebido de Deus. De maneira mais profunda, Esta experiência me levou a perceber o quão importante é ter a confiança do Chaveiro em nos entregar uma chave, que abre uma porta específica no tempo estipulado por Ele.

Com todas as cópias nas mãos, fui correndo à casa de mairí e abri a primeira porta. É claro que ela abriria! aliás, isso era o esperado por mim! A porta abriu...

Subi as escadas correndo para usar a próxima chave, e com aquele sentimento de "eu vou colocar a chave, ela vai encaixar e girar" que normalmente temos quando temos a chave nas mãos e queremos entrar em algum lugar, eu coloquei a chave na fechadura, mas para minha surpresa ela não abriu...

Na hora isso foi frustrante! Voltei com o chaveiro e ele observou a chave e com um olhar minucioso disse: "ela entrou mas não girou, não é mesmo?!", eu espantada respondi positivamente, porque pra mim aquela chave era idêntica a outra... rs

Ele consertou e na outra tentativa a chave funcionou como deveria...

Fiquei pensando: "puxa Deus! É assim mesmo com a gente!"

Deus não é só o chaveiro, Ele é a chave mestra. Sabe, aquela que abre todas as portas? A chave mais poderosa? Ao contrário do chaveiro desta história, Ele não erra. Seu olhar minucioso mostra o cuidado e perfeição para que a chave que Ele que nos entrega seja perfeita... Não digo "chave de emprego" e nem "chave de casa", muito menos "chave de automóvel".

A chave a qual me refiro aqui, abre uma porta para outra dimensão, e em vez de nos deixar só na "sala de estar", que é o lugar para visitantes, nos dá acesso ao "aos outros cômodos da casa... Nos proporcionam maior intimidade com o Pai...

As chaves que precisamos para entramos em nós mesmos, destrancando portas que escondem coisas que não admitimos ter, Ele nos dá... Mas Cuidado ao abrir estas "portas"... Cuidado... Seja íntimo Dele para saber o tempo de abrir e acredite que Ele pode mudar o que você vai encontrar atrás delas, senão, você pode até parar de acreditar em si mesmo.

Deus possui as chaves, Ele nos dá no tempo certo, agora, certifique-se que é a "porta" certa e o tempo de abri-la...

Fique com a Paz de Deus...



terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

Expressão

Como poderia escrever algo que realmente expressasse o que sinto?

Antigamente quando o assunto era expressar eu me achava mestre em tal. Sempre busquei ser transparente em minhas atitudes, deixava claro quando estava feliz, chateada, e principalmente magoada com as pessoas...

Hoje me deparei com uma situação que realmente, eu não soube como reagir. Foi estranho demais pra mim! Normalmente eu deixo bem claro quando não estou gostando de certas atitudes e principalmente, quando as pessoas se tornam inconvenientes. A verdade é que poucas são as pessoas, que tem algum "direito" de dizer o que devo fazer, mesmo assim resolvi seguir o conselho de minha irmã, e no momento "não posso ouvir" julgamentos, acusações e todas essas articulações da "indústria do mal" quando as pessoas acham que estão mais certas que outras.

Busco sim, ouvir e respeitar a opinião das pessoas e muitas vezes fico "sem graça" com certo comentários. Eu queria muito poder agradar a todos, mas infelizmente ou felizmente, ainda só existe uma Dayanni e sei que ela jamais vai agradar a todos. Graças a Deus por isso!

Só gostaria que algumas pessoas parassem de julgar as outras, e deixassem de tentar invadir a vida alheia com conclusões precipitadas sobre o comportamento que eles não esperavam...

Vou tentar parecer com a maior das criações de Deus e só radiar calor e energia, realizando o que devo fazer para servir com excelência.

"Nas mãos do Oleiro, o que acontece com o vaso só diz respeito a Ele e ao Oleiro...".

Que somente a melhor expressão, que é o amor possa ser transparecida em nossas vidas.
E Que a Paz que EXCEDE TODO ENTENDIMENTO possa permanecer em nossos corações para a Glória de Deus!